Dizem que não se deve conhecer seus ídolos, pois corre-se o risco de decepção, pois o mito pode se dissipar. Mas discordo.

Não costumo ficar deslumbrado com celebridades, mas a importância que esses senhores têm na minha vida é indescritível.
Lembro-me de cada detalhe do dia do lançamento de O Senhor dos Anéis. "Eu estava lá", na fila com amigos tão nerds quanto eu, e quando o filme começou com a voz de Cate Blanchett, não vou mentir, uma lágrima rolou pelo meu rosto. Nós vibramos, gritamos, nos perdemos em cada fotograma que Peter Jackson, Fran Walsh, Philippa Boyens, o elenco e a equipe nos presentearam.

O amor que eles dedicaram a esses filmes é o motivo pelo qual me tornei escritor. Assisti a A Sociedade do Anel — e a todos os outros filmes — centenas de vezes (especialmente as Versões Estendidas!) em VHS, DVD e Blu-ray. Nunca deixarei de amar cada detalhe.
Este momento não se tratava apenas de conhecer atores cujo trabalho admiro. Tratava-se de agradecer às pessoas cujo trabalho moldou meu próprio caminho na vida.

Obrigado, Monopoly Events — e especialmente @clarke_ar Emma e Andy — por me darem a honra de conhecer Sir Ian McKellen e entregar-lhe um presente que só existe graças a ele.

Amo vocês, senhor. Amo todos vocês que dedicaram suas almas a esses filmes. Há um motivo para que, mais de vinte anos depois, seus nomes ainda sejam notícia no momento em que vocês sobem ao palco, e para que nós — seus fãs — vibremos a cada segundo que vocês estão conosco. São os seres humanos por trás dos personagens.

Que Deus os abençoe.

Eu estava lá e, como Bilbo disse certa vez, espero ir e voltar.